Premier Tech apresenta solução de reutilização de águas cinzentas para o setor residencial

Christina Genet
O sistema Rewatec foi concebido para habitações com até dez utilizadores e em conformidade com a norma UNE-EN 16941-2.
Em moradias unifamiliares, as soluções de reutilização de águas cinzentas permitem reduzir o consumo de água da rede entre 20 % e 30 %, através do reaproveitamento da água proveniente de chuveiros, banheiras e lavatórios para utilizações que não exigem água potável.
Neste contexto, a Premier Tech disponibiliza o sistema de reutilização de águas cinzentas Rewatec – Modelo Unifamiliar, concebido para habitações com até dez utilizadores. A solução reutiliza exclusivamente águas cinzentas domésticas provenientes de instalações sanitárias, excluindo águas residuais, efluentes de cozinha e outros resíduos incompatíveis com o processo de tratamento.
O sistema é composto por dois depósitos de 500 litros e um armário técnico de parede. O primeiro depósito integra um filtro de entrada de 1000 micras para retenção de sólidos, a tecnologia SBR (Sequencing Batch Reactor), um sistema air-lift, um compressor e os respetivos órgãos de descarga. Após o tratamento biológico, a água é transferida para o segundo depósito.
Este segundo depósito integra uma bomba submersível automática de 1,5 HP (1,1 kW), um sistema ATN para alimentação automática com água da rede, sempre que não exista água tratada disponível, e um ponto de injeção para dosagem de hipoclorito. O armário técnico inclui ainda um filtro de cartucho de 80 micras, válvulas de corte, um contador de impulsos, uma bomba doseadora e um quadro elétrico de controlo.
O sistema recolhe as águas cinzentas, retém os sólidos de maior dimensão, realiza o tratamento biológico, transfere a água para o depósito de acumulação, onde é desinfetada, filtrada e preparada para reutilização, antes de ser bombeada para os autoclismos.
Segundo a marca, a solução foi desenvolvida em conformidade com a norma UNE-EN 16941-2, dependendo das condições de instalação. A água tratada continua, contudo, a ser considerada não potável, sendo obrigatória a identificação das redes e dos pontos de consumo para evitar contaminações cruzadas e assegurar o cumprimento da regulamentação aplicável.
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